terça-feira, 13 de julho de 2010

São Jorge o santo gurreiro

História
Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge. Filho de pais cristãos, Jorge aprendeu desde a sua infância a temer a Deus e a crer em Jesus como seu salvador pessoal.

Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade - qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções.

Por essa época, o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE ?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade."

Como São Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: "Não, imperador ! Eu sou servo de um Deus vivo ! Somente a Ele eu temerei e adorarei". E Deus, verdadeiramente, honrou a fé de seu servo Jorge, de modo que muitas pessoas passaram a crer e confiar em Jesus por intermédio da pregação daquele jovem soldado romano. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito em seu plano macabro, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus no dia 23 de abril de 303. Sua sepultura está na Lídia, Cidade de São Jorge, perto de Jerusalém, na Palestina.

A devoção a São Jorge rapidamente tornou-se popular. Seu culto se espalhou pelo Oriente e, por ocasião das Cruzadas, teve grande penetração no Ocidente.

Verdadeiro guerreiro da fé, São Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas, por isso sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate.

Lendas: um horrível dragão saía de vez em quando das profundezas de um lago e se atirava contra os muros da cidade trazendo-lhe a morte com seu mortífero hálito. Para ter afastado tamanho flagelo, as populações do lugar lhe ofereciam jovens vítimas, pegas por sorteio. um dia coube a filha do Rei ser oferecida em comida ao monstro. O Monarca, que nada pôde fazer para evitar esse horrível destino da tenra filhinha, acompanhou-a com lágrimas até às margens do lago. A princesa parecia irremediavelmente destinada a um fim atroz, quando de repente apareceu um corajoso cavaleiro vindo da Capadócia. Era São Jorge.

O valente Guerreiro desembainhou a espada e, em pouco tempo reduziu o terrível dragão num manso cordeirinho, que a jovem levou preso numa corrente, até dentro dos muros da cidade, entre a admiração de todos os habitantes que se fechavam em casa, cheios de pavor. O misterioso cavaleiro lhes assegurou, gritando-lhes que tinha vindo, em nome de Cristo, para vencer o dragão. Eles deviam converter-se e ser batizados.


Datas Marcantes No século XII, a arte, literatura e religiosa popular representam São Jorge, como soldado das cruzadas com manto e armadura com cruz vermelha, nobre um cavalo branco, com lança em punho, vencendo um dragão. São Jorge é o cavaleiro da cruz que derrota o dragão do mal, da dominação e exclusão.

Desde o século VI, havia peregrinações ao túmulo de São Jorge em Lídia. Esse santuário foi destruído e reconstruído várias vezes durante a história.

Santo Estevão, rei da Hungria, reconstruiu esse santuário no século XI. Foram dedicadas numerosas igrejas a São Jorge na Grécia e na Síria.

A devoção a São Jorge chegou à Sicília na Itália no século VI. No séc. VII o siciliano Papa Leão II construiu em Roma uma igreja para S. Sebastião e S. Jorge. No séc. VIII, o Papa Zacarias transferiu para essa igreja de Roma a cabeça de S. Jorge.

A devoção a São Jorge chegou a Inglaterra no século VIII. No ano de 1101, o exército inglês acampou na Lídia antes de atacar Jerusalém. A Inglaterra tornou-se o país que mais se distinguiu no culto ao mártir São Jorge...

Em 1340, o rei inglês Eduardo III instituiu a Ordem dos cavaleiros de São Jorge.

Foi o Papa Bento XIV (1740-1758) que fez São Jorge, padroeiro da Inglaterra até hoje.

Em 1420, o rei húngaro, Frederico III (1534) evoca-o para lutar contra os turcos.

As Cruzadas Medievais tornaram popular no ocidente a devoção a São Jorge, como guerreiro, padroeiro dos cavaleiros da cruz e das ordens de cavalaria, para libertar todo país dominado e para converter o povo no cristianismo.

Seu dia foi colocado no Calendário particular da Igreja, isto é, celebrados nos lugares de sua devoção.

O Sr. Cardeal D. Eugenio Sales, assim se pronunciou: "A devoção de São Jorge nos deve levar a Jesus Cristo". Pela palavra do Cardeal Sales sentimos a autenticidade do Culto a São Jorge.


A quem ajuda: é a força de Deus na luta dos excluídos e marginalizados da sociedade.
Oração a São Jorge


Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

São Jorge Rogai por Nós.
Oração a São Jorge II


São Jorge,cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos, ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos superiores, colegas, e subordinados; que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, no meu lar e no meu serviço; meus inimigos terão os olhos e não me verão, terão boca e não me falarão, terão pés e não me alcançarão, terão mãos e não e não me ofenderão.

São Jorge vela por mim e pelos meus, protegendo-me com suas armas.

O meu corpo não será preso nem ferido, nem meu sangue derramado; andarei tão livre como andou Jesus Cristo nove meses no ventre da Virgem Maria.

Amém.

Oração a São Jorge III



Ó Deus onipotente,
Que nos protegeis
Pelos méritos e as bênçãos
De São Jorge.
Fazei que este grande mártir,
Com sua couraça,
Sua espada,
E seu escudo,
Que representam a fé,
A esperança,
E a inteligência,
Ilumine os nossos caminhos...
Fortaleça o nosso ânimo...
Nas lutas da vida.
Dê firmeza
À nossa vontade,
Contra as tramas do maligno,
Para que,
Vencendo na terra,
Como São Jorge venceu,
Possamos triunfar no céu
Convosco,
E participar
Das eternas alegrias.
Amém!







Medalha de São Jorge

Moacyr Luz e Aldir Blanc

Fica ao meu lado, São Jorge Guerreiro Com tuas armas, teu perfil obstinado
Me guarda em ti, meu Santo Padroeiro
Me leva ao céu em tua montaria
Numa visita a lua cheia
Que é a medalha da Virgem Maria
Do outro lado, São Jorge Guerreiro
Põe tuas armas na medalha enluarada
Te guardo em mim, meu Santo Padroeiro
A quem recorro em horas de agonia
Tenho a medalha da lua cheia
Você casado com a Virgem Maria
O mar e a noite lembram a Bahia
Orgulho e força, marcas do meu guia
Conto contigo contra os perigos
Contra o quebrando de uma paixão
Deus me perdoe essa intimidade:
Jorge me guarde no coração
Que a malvadeza desse mundo é grande em extensão
E muita vez tem ar de anjo
E garras de dragão

Continue lendo >>

Cenáculo de Maria


COMO FAZER O CENÁCULO COM MARIA.

         NOSSA SENHORA pede que façamos os Cenáculos, pois, através do Ato de Consagração, feito no final, entramos dentro do seu Coração Imaculado, para lá nos prepararmos, em oração, para recebermos o Espírito de Amor, o Espírito Santo.
         1) Por isso, iniciar o Cenáculo sempre com a oração que NOSSA SENHORA nos ensinou em sua mensagem de 7-6-81, na Festa de Pentecostes:
        "VINDE, ESPÍRITO SANTO, VINDE POR MEIO DA PODEROSA INTERCESSÃO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA, VOSSA AMADÍSSIMA ESPOSA". (3X)

         2) Reza do terço, meditando os mistérios, diante de uma imagem de NOSSA SENHORA. No final rezar pelo Papa e suas intenções - um Pai-nosso, uma Ave-Maria e um Glória ao Pai e uma Ave-Maria pelo Pe. Gobbi. Os cânticos são livres e podem ser intercalados durante o Cenáculo. Ex.: A 13 de Maio, Maria de Nazaré etc.
         3) Leitura de uma mensagem do Livro Aos Sacerdotes, filhos prediletos de Nossa Senhora. Segue-se um breve comentário. Mas "não faz parte do espírito dos nossos encontros passar o tempo a ouvir sábias conferências: haveria o perigo de transformar o Cená­culo em Academia e a Fraternidade em polêmica" (Pe. Stefano Gobbi, Circular 19).
         4) Um pouco de catecismo (nos Cenáculos familiares, de jovens e de crianças). Usar o novo Catecismo da Igreja Católica.
         5) Fraternidade: troca de experiências para que nos conheça­mos, nos ajudemos mutuamente a irmos adiante e nos amemos sempre mais.
         6) Ato de Consagração ao Coração Imaculado de Maria (usar sempre a consagração que se encontra logo abaixo). É o ato mais importante do Cenáculo, através do qual nós entramos dentro do Coração Imaculado de Maria para ali encontrar conforto, amor, luz, graça, paz, fé e a segurança do refúgio seguro que nos protege e defende de todos os perigos. Se na conclusão do Cenáculo houver celebração da Santa Missa, o Ato de Consagração deve ser feito antes do ofertório.

         7) Ação de Graças: após a comunhão, dizer a JESUS o que NOSSA SENHORA nos ensinou na mensagem "Mãe da adoração e da reparação", de 21 de agosto de 1987:
        "JESUS, TU ÉS O NOSSO AMOR; JESUS, TU ÉS O NOSSO ÚNICO GRANDE AMIGO; JESUS, NÓS TE AMAMOS; JESUS, NÓS ESTAMOS APAIXONADOS POR TI".
Ato de Consagração
ao Imaculado Coração de Maria

(Para os Sacerdotes que aderiram ao Movimento Sacerdotal Mariano).
         Virgem de Fátima,/ Mãe de misericórdia,/ Rainha do Céu e da Terra,/ Refúgio dos pecadores,/ nós, do Movimento Sa­cerdotal Mariano,/ chamados a formar a Legião dos vossos Sacerdotes./ consagramo-nos hoje,/ de modo especialíssimo,/ ao vosso Coração Imaculado./
         Com este ato de consagração/ pretendemos viver, convos­co/ e por meio de Vós,/ todos os compromissos assumidos/ com a nossa consagração batismal e sacerdotal./
         Comprometemo-nos, também,/ a realizar, em nós,/ a con­versão interior/ que nos liberte de todos os apegos humanos/ a nós próprios,/ à honra,/ às comodidades/ e aos compromis­sos fáceis com o mundo,/ para estarmos, como Vós,/ inteira­mente disponíveis/ para fazer sempre a vontade do Senhor./
         E enquanto pretendemos confiar a Vós,/ Mãe dulcíssima e misericordiosa,/ o nosso sacerdócio,/ a fim de dispordes dele/ para os vossos desígnios de salvação,/ nesta hora decisiva que pesa sobre o mundo,/ comprometemo-nos a vivê-lo/ segundo os vossos desejos/ em particular em um renovado espírito de ora­ção e penitência,/ na celebração fervorosa da Sagrada Eucaristia,/ na Liturgia das Horas,/ na reza diária do santo terço,/ na oferta a Vós da Santa Missa no primeiro sábado de cada mês/ e num religioso e austero modo de vida,/ que a todos dê bom exemplo./
         Prometemo-Vos ainda/ a máxima fidelidade ao Evangelho./ do qual seremos sempre/ anunciadores íntegros e corajosos,/ se necessário até o derramamento de sangue/ e prometemos fidelidade à Santa Igreja,/ para cujo serviço fomos consagrados./
         Queremos, sobretudo, estar unidos ao Santo Padre/ e à Hierarquia,/ com a firme adesão às suas diretrizes/ de modo a opormos uma barreira/ à onda de contestação do Magistério,/ que ameaça a Igreja até os fundamentos./
         Sob o vosso maternal amparo,/ queremos tornar-nos após­tolos/ da necessidade tão atual/ de oração e amor ao Papa,/ para quem suplicamos a vossa especial proteção./
         Prometemo-Vos, por último,/ conduzir os fiéis confiados ao nosso cuidado,/ a uma renovada devoção para convosco,/ Conscientes de que o ateísmo/ fez naufragar na fé grande número de fiéis,/ de que a dessacralização/ entrou no templo santo de Deus,/ não poupando nem sequer bom número de nossos irmãos Sacerdotes,/ e de que o mal e o pecado/ inun­dam cada vez mais o mundo,/ ousamos levantar confiantes os nossos olhares para Vós,/ Mãe de Jesus e Mãe nossa/ misericor­diosa e poderosa,/ e ainda hoje, invocar/ e esperar, de Vós, a salvação para todos os vossos filhos,/ ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
(com aprovação eclesiástica)

Ato de Consagração
ao Imaculado Coração de Maria
(Para Religiosos e Fiéis que aderiram ao Movimento Sacerdotal Mariano)
Virgem de Fátima,/ Mãe de Misericórdia,/ Rainha do Céu e da Terra,/ Refúgio dos pecadores,/ nós aderindo ao Movimento Mariano,/ consagramo-nos de modo especialíssimo ao vosso Coração Imaculado./
Com este ato de consagração/ pretendemos viver, convosco/ e por meio de Vós,/ todos os compromissos/ assumidos na nossa consagração batismal./ Comprometemo-nos, igualmente,/ a realizar em nós/ a conversão interior/ tão pedida no Evangelho,/ a qual nos liberte de todo apego a nós mesmos/ e dos compromissos fáceis com o mundo,/ para estarmos, como Vós, sempre e unicamente/ dispostos a fazer a vontade do Pai./
E enquanto pretendemos confiar-Vos, a Vós/ Mãe dulcíssima e misericordiosa,/ a nossa vida e vocação cristã/ para que tudo disponhais/ para os vossos desígnios de salvação/ nesta hora decisiva que pesa sobre o mundo,/ comprometemo-nos a vivê-la/ segundo os vossos desejos/ em particular em um renovado Espírito de Oração e de Penitência,/ na participação fervorosa na celebração da Eucaristia,/ no apostolado,/ na reza diária do santo terço/ e num modo austero de vida,/ conforme ao Evangelho,/ que a todos dê bom exemplo/ de observância da Lei de Deus/ e do exercício das virtudes cristãs,/ especialmente da pureza./
 Prometemo-Vos, ainda,/ mantermo-nos unidos ao Santo Padre,/ à Hierarquia e aos nossos Sacerdotes,/ de modo a opormos uma barreira/ à onda de contestação do Magistério,/ que ameaça a Igreja até aos fundamentos.
Debaixo do vosso amparo/ queremos tornar-nos apóstolos/ desta hoje tão necessária união de Oração/ e de amor ao Santo Padre,/ para quem suplicamos a vossa especial proteção./
Prometemo-Vos, por último,/ levar quanto nos for possível,/ as pessoas com as quais entrarmos em contato/ a renovar a sua devoção para convosco./
Conscientes de que o ateísmo/ fez naufragar na fé, grande número de fiéis,/ de que a dessacralização entrou no templo santo de Deus,/ de que o mal e o pecado inundam cada vez mais o mundo,/ ousamos levantar confiantes os nossos olhares para Vós,/ Mãe de Jesus e Mãe nossa,/ misericordiosa e poderosa,/ e ainda hoje invocar,/ e esperar de Vós,/ a salvação para todos os vossos filhos,/ ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.
(com aprovação eclesiástica)
 
 
AS QUATRO PROMESSAS
         Nossa Senhora fez quatro promessas às famílias· que fizerem o Cenáculo:
         1) Abençoará o casal e cimentará o seu amor mútuo, defen­dendo-os contra as chagas do divórcio, da separação e da infidelidade;
            2) Salvação das almas dos filhos, defendendo-os de todos os perigos de se perderem;
            3) Cuidará de todas as suas necessidades materiais e espi­rituais, pois Nossa Senhora é nossa Mãe, pensa em tudo;
            4) Durante o período do castigo promete proteger a família com o Seu manto, contra todos os males.
 
Imaculado Coração de Maria
(Canto oficial do MSM.)
         Imaculado Coração de Maria (bis)/ És luz e guia (tris)/ Dos teus filhos aqui.
         Os sacerdotes a ti consagrados (bis)/ Olha com amor, aperta ao coração/ Faze-os semelhantes/ Ao teu filho Jesus.
         Os fiéis a ti consagrados (bis)/ Reúne em teu exército/ Prepara­do pra batalha/ Pra que triunfe logo/ O Imaculado Coração.
         Ao chegar nossa última hora (bis)/ Vem sem demora (tris)/ A levar-nos para o céu.
 
 

Continue lendo >>

Video da semana

Continue lendo >>

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Oração da Semana

A oração: Dom de Deus

"A oração é a elevação da Alma a Deus ou o pedido a Deus dos bens convenientes" (S. João Damasceno). Orar é um dom de Deus. Aquele que se coloca em oração entra em contato com Deus, passa a estar em comum união com o Senhor.
Existe dentro do nós um desejo interior de estarmos junto de Deus, e este desejo nos impulciona a oração. O simples desejo de estar com Deus, de reconhece-lo como único Ser Supremo já é uma oração.

Jesus, enquanto homem, orou sempre com submissão ao Pai. Orou para multiplicar os pães, para escolher os dozes apóstolos, para curar os enfermos e libertar os cativos. Também nos ensinou a orar com audácia filial, colocando como condição apenas a fé: "Tudo quando suplicardes e pedirdes, crede que já recebestes" (Mc 11,24), "tudo é possível a quem crê" (Mc 9,23), "pedi e recebereis" (Lc 11,9), "tudo o que pedirdes com fé na oração , vós o alcançareis" (Mt 21,22).
Orar com fé não é apenas dizer "Senhor, Senhor", mas é levar o coração a fazer a vontade do Pai (Mt 7,21). São Lucas nos apresenta três parábolas sobre a oração: "o amigo importuno", "a viúva importuna", "o fariseu e o publicano", mostrando-nos que para alcançarmos aquilo que pedimos é necessário a persistência, a paciência e a humildade.
Existem várias formas de oração, ela pode ser uma súplica, uma intercessão, uma ação de graças ou um louvor. Nesta página encontra-se diversas orações, que oferecerão um caminho seguro para se chegar até Deus e Dele alcançar a graça.

Escrito por: Alexandre Borges

Continue lendo >>

Papa autoriza decretos de 15 Servos de Deus e um Beato


Bollettino della Sala Stampa della Santa Sede
(tradução de Leonardo Meira - equipe CN Notícias)



Na manhã desta quinta-feira, 1º, o Papa Bento XVI recebeu em Audiência privada o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Dom Angelo Amato.



Durante a Audiência, o Sumo Pontífice autorizou a Congregação a promulgar os Decretos a seguir:


- um milagre, atribuído à intercessão do Beato Luigi Guanella, sacerdote fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência; nascido em Fraciscio (Itália) em 19 de dezembro de 1842 e falecido em Como (Itália) em 27 de setembro de 1915;


- um milagre, atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Giustino Maria Russolillo, sacerdote pároco de Pianura e fundador da Sociedade das Divinas Vocações; nascido em Pianura (Itália) em 18 de janeiro de 1891 e ali morto em 2 de agosto de 1955;


- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Maria Serafina do Sagrado Coração de Jesus (no século: Clotilde Micheli), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos; nascida em Imèr (Itália) em 11 de setembro de 1849 e falecida em Faicchio (Itália) em 24 de março de 1911;


- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Alfonsa Clerici, Irmã professa da Congregação das Irmãs do Preciosíssimo Sangue de Monza; nascida em Lainate (Itália) em 14 de fevereiro de 1860 e falecida em Vercelli (Itália) em 14 de janeiro de 1930;


- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Cecilia Eusepi, da Terceira Ordem Secular dos Servos de Maria; nascida em Monte Romano (Itália) em 17 de fevereiro de 1910 e falecida em Nepi (Itália) em 1º de outubro de 1928;


- o martírio do Servo de Deus Giovanni Scheffler, Bispo de Satu Mare; nascido em Kálmánd (Hungria) em 29 de outubro de 1887 e falecido em Bucareste (Romênia) em 6 de dezembro de 1952;


- o martírio dos Servos de Deus Giuseppe Maria Ruiz Cano, Jesús Annibale Gómez, Tommaso Cordero e 13 Companheiros, da Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado da Beata Virgem Maria; assassinados, devido ao ódio pela fé, durante a perseguição religiosa na espanha, em 1936;


- o martírio dos Servos de Deus Carmelo Maria Moyano Linares e 9 Companheiros, da Ordem Carmelitana; assassinados, devido ao ódio pela fé, durante a perseguição religiosa na espanha, em 1936;


- o martírio dos Servos de Deus Giovanni Prassek e 2 Companheiros, sacerdotes diocesanos, assassinados, devido ao ódio pela fé, em Amburgo (Alemanha), em 1943;


- o martírio da Serva de Deus Margherita Rutan, Irmã professa da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paula; nascida em Metz (França) em 23 de abril de 1736 e assassinada em Dax (França) em 9 de abril de 1794;


- as virtudes heroicas do Servo de Deus Basilio Martinelli, sacerdote professo da Congregação das Escolas da Caridade (Instituto Cavanis); nascido em Calceranica (Itália) em 27 de dezembro de 1872 e falecido em Possagno (Itália) em 16 de março de 1962;


- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Antonia di San Giuseppe (no século: Maria Antonia de Paz y Figueroa), fundadora do Beatério dos Exercícios de Buenos Aires; nascida em Silípica ou em Santiago del Estero (Argentina) em 1730 e falecidade em Buenos Aires em 7 de março de 1799;


- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria (no século: Casimira Kaupas), fundadora da Congregação das Irmãs de São Casimiro; nascida em Gudeliai (Lituânia) em 6 de junho de 1880 e falecidade em Chicago (Estados Unidos da América) em 17 de abril de 1940;


- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Luisa (no século: Gertrude Prosperi), Abadessa do Mosteiro da Ordem de São Bento de Trevi; nascida em Fogliano (Itália) em 19 de agosto de 1799 e falecida em Trevi (Itália) em 12 de setembro de 1847;


- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Teresa (no século:  Maria Carmen Albarracín), religiosa professa das Religiosas de Maria Imaculada - Missionárias Claretianas; nascida em Puerto de Mazarrón (Espanha) em 1° de maio de 1927 e falecida em Barcelona (Espanha) em 12 de março de 1946;


- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Plautilla (no século: Lucia Cavallo), religiosa professa das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade; nascida em Roata Chiusani (Itália) em 18 de novembro de 1913 e falecida em Gênova (Itália) em 5 de outubro de 1947.

Continue lendo >>